sábado, 21 de abril de 2007

Brasil... 507!

Há exatos 507 anos foi visto o Monte Pascoal... depois nomearam uma Ilha de Vera Cruz, mas depois viram que não era uma ilha... ai denominaram Terra de Vera Cruz. Seria isso já um começo bagunçado e desorganizado do que viria a ser esta terra? Bem... hoje é mais fácil responder isso. Tantos anos de orgulhos, emoções, tristezas e decepções. Seria a solução alugar o Brasil?

Em homenagem a chegada de Cabralzinho um forrozinho pernambucano





Naquele Brasil antigo
Perdido no desengano
Seu Cabral chegou nadando
E não preocupou com nada
Deu ordem à rapazeada
Mandou barrer o terreiro:
"Me chame o pai do chiqueiro
que hoje eu quero forró,
Toré, samba, catimbó
Que eu já virei brasileiro"


Foi gente de todo tipo
Na festa de seu Cabral
Português de Portugal
Raceado no Oriente
Negão bebeu aguardente
Caboclo foi na Jurema
Seu Cabral pediu um tema
Danou-se a cantar poesia
Até amanhecer o dia
Numa viola pequena


No fim da festa e da farra
Cabral não sentiu preguiça
Mandou logo rezar missa
Pra ficar aliviado
Chamando o padre, apressado
Mandou começar ligeiro
Botando ordem no terreiro
Com seu maracá na mão
Jurando pelo alcorão
Que era crente verdadeiro


Mas na hora da verdade
Quando passou a cachaça
Seu Cabral sentou na praça
Caiu na reflexão
Disse: "Esta situação
sei que nunca mais resolvo!"
Então falou para o povo:
"Juro que me arrependi
o Brasil que eu descobri
queria cobrir de novo!"

P.S. Será que se Cabral visse o resultado hoje ele se arrependeria e "cobriria" Brasil de novo?

Quero nem imaginar...

terça-feira, 17 de abril de 2007

Qual é o caminho do beijo?

Queria postar uma parte de um livro que já li e estou relendo... mas depois eu posto... vou colocar um texto aqui meio semelhante ao que eu iria falar...

Ele começa no pensamento do gosto de outra boca, escorre para a saliva, trinca os dentes no corpo. O beijo não começa na língua, mas no desejo da língua em outra língua. Começa no corpo, começa na pele, no intimo ritmo. O beijo não quer ser beijo, o beijo quer fugir da boca, alcançar o corpo, festejar a vida. O beijo que quer a boca quer o beijo que não vem da boca. A boca que quer o beijo quer o beijo do querubim de boca pintada. O querubim pinta a boca, deseja o beijo que vem do desejo, que se mistura no sêmen, corrente viva, o beijo. O beijo saliva na boca do querubim. O beijo molha o canto dos olhos cheios de lágrimas. O beijo molha os lábios molhados. O beijo redunda. O beijo se confirma quando escorrega pelo corpo. O corpo escorrega quando confirma o beijo. O beijo começa antes mesmo do barulho do beijo. O beijo existe antes da boca e em todas as bocas moram vários beijos: beijos secos, duros, molhados, beijos estalados, enlatados, eróticos, amassados, vulgares, carinhosos, entrosados e apertados. O beijo explícito aterrorisado e o beijo explícito romantizado, o beijo que não é beijado quando o olho não está fechado. O beijo que beija sem beijar, o beijo que se beija com o olhar. O beijo na boca da boca, mas que não vem da boca. O beijo surpresa. Beijos roubados moram em bocas abertas. Beijos abertos moram em bocas molhadas. Um beijo vale mais do que mil palavras e o desejo de um beijo vale mais do que um beijo que vale mais do que mil palavras. Expoente. Um beijo vale mais do que mil salivas, do que centenas de vivas. Um beijo bem dado é tão vasto, tão imenso, que só pode ser festejado com beijos. Um beijo é um beijo é um beijo é um beijo e não há pedra no caminho que impeça um beijo de ser roubado.



quinta-feira, 22 de março de 2007

A PERNA CABELUDA - O PROFESSOR


Esta história me foi contada nos anos 70, quando eu estudava para fazer o vestibular unificado. Eu era aluno de um tradicional colégio particular do Recife e, na semana que antecedia os exames finais, ficamos sem aulas de Física. A explicação era uma licença médica do professor, sujeito severo e carrancudo que sentia um enorme prazer em dar notas baixas. Já os meus colegas de classe tinham outra versão para a convalescença do mestre.
Segundo eles, tudo começou numa tarde se sábado, quando o professor lia concentrado o jornal do dia. Ele resmungava em voz baixa, xingando o periódico que insistia em publicar matérias absurdas sobre uma certa Perna Cabeluda. "Como, em pleno século XX, alguém pode dar crédito uma imbecilidade dessa", repetia o professor. Os pensamentos dele foram interrompidos por um pedido veemente da esposa: a empregada da família estava com um parente doente em casa e precisava que alguém a levasse até lá. A moça estava na flor dos seus dezoito anos, era uma bela garota e o professor não se incomodou nem um pouco em perder o restinho do sábado para fazer aquele favor.
A casa da menina ficava no Alto de Santa Isabel, no bairro de Casa Amarela: um lugar cheio de vielas e becos. Caminhos que o professor não saberia percorrer sozinho, sem a ajuda da empregada. Quando finalmente chegaram à casinha humilde da moça, ele ficou imaginando como iria sair daquele labirinto. A mocinha agradeceu muito pela carona - finalmente poderia cuidar da mãe adoentada - e explicou como ele devia fazer o caminho de volta. O professor não entendeu nada, mas não quis dar o braço a torcer. Tinha a certeza que acharia o rumo certo.
Mas ele acabou se perdendo. As explicações que os outros moradores do lugar lhe deram acabaram provocando ainda mais confusão. A noite chegou e o professor se viu de repente num beco sem saída, mal iluminado e deserto. Para piorar a situação, o carro - uma Variant novinha, imaginem - morreu inesperadamente. O desorientado motorista identificou logo uma falha na parte elétrica do automóvel. Àquela hora e naquele lugar, nem todos os conhecimentos de Física - fórmulas, equações, teoremas - do professor adiantariam para fazer reviver a máquina defeituosa. Desanimado, percebeu que precisava sair dali a pé em busca de socorro.
Caminhou alguns minutos pelas ruelas estreitas e mal iluminadas. Então percebeu que estava sendo seguido. Conseguia ouvir os passos, mas não via quem estava atrás dele. E isso foi lhe dando muito medo. Um suor frio escorria da sua testa. O coração batia descompassado, como se quisesse pular para fora do peito. Quando o medo se transformou em pavor, o professor saiu correndo como um desesperado. O seu perseguidor também correu para acompanha-lo. Passando por baixo de um poste com luz amarelada, ele pôde ver o que o perseguia. Anos de crença nas verdades da ciência, de apego ao materialismo racionalista, desmoronaram quando o professor distinguiu a figura insólita da Perna Cabeluda. Abobalhado com a descoberta, o mestre foi alvo fácil do chute que a assombração desferiu bem no traseiro dele.
O professor foi encontrado por populares pouco tempo depois sentado no meio-fio com cara de leso. Encaminharam-no à delegacia mais próxima e os policiais conseguiram leva-lo para casa. Por recomendação de um psiquiatra, tirou uma licença de alguns dias do trabalho. Mas, quando voltou à sala de aula, apresentou por vários meses um comportamento estranho, dispersivo.
Bom, quando à Variant, também foi encontrada. Sem as calotas, sem os pneus, sem a caixa de direção, sem o carburador....


Texto retirado do recife assombrado!! Ainda bem que ele não era professor de História!

terça-feira, 20 de março de 2007

Iguana? quem diria...

Por fazer parte do universo masculino, conheço e sei que muitos homens ao saberem do feito da iguana Mozart diria que gostaria de conseguir tal feito também... porém, ao saberem das consequências não iriam gostar nadinha caso consigam tal feito!

Para saber melhor sobre o que falo click aqui... http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI1363084-EI8145,00.html

Viram? Antes de concluirem algo olhem além do visível! ;)

sábado, 17 de março de 2007

COMO MEDIR UM HOMEM NA ESCALA ENTRE MACHO E BICHA

1 - Higiene pessoal 1
· Toma banho em 3 minutos e usa sabão em barra = MACHO
· Toma banho rápido e usa xampu = HOMEM MÉDIO
· Demora meia hora e usa sabonete líquido = TENDÊNCIAS GAYS OCULTAS
· Toma banho de espuma na banheira = VIADAÇO ASSUMIDO

2 - Higiene pessoal 2
· Mija em pé e nem sacode o pinto = MACHO PARA CARALHO
· Mija em pé e sacode o pinto para secá-lo = MUITO HOMEM
· Mija sentado e sacode o pinto para secá-lo = TENDÊNCIAS HOMOSSEXUAIS
· Mija sentado e seca a ponta do pinto com papel toalha perfumado = MUITO GAY, PRATICAMENTE UMA MOÇA
3 - Uso de cremes e bronzeadores
· Não usa = MACHO
· Usa um pouco no verão = SENSÍVEL
· Usa bastante no verão = BICHINHA
· Usa bastante o ano todo = BICHA TOTAL

4 - Presentes que gosta de ganhar
· Uma garrafa de cachaça ou whisky = HOMEM MÁSCULO
· Uma peça de roupa = FINO
· Doces, bombons etc. = MEIO VIADO
· Flores e/ou perfumes = VIADAÇO

5 - Tratamento dos animais de estimação
· Seu cão vive no quintal e come restos de comida = VARÃO
· Seu cão vive dentro de casa, come ração especial = DELICADO
· Acaricia muito o gato (que já é boiola por si só) que dorme na sua própria cama = BICHA TOTAL

6 - Tratamento das plantas
· Se alimenta de algumas delas = RAMBO
· Tem algumas plantas no quintal que não são regadas = MACHO
· Cuida das plantas e dos arbustos = FLORZINHA
· Rega, poda plantas e flores de seu jardim = BICHINHA PURPURINADA

7 - Uso do espelho
· Não usa = VIKING
· Usa somente para fazer barba e pentear cabelo = VAIDOSO
· Admira sua pele e observa seus músculos = GAY
· Igual ao GAY, e ainda admira seu bumbum = LOUCA DESATADA
· Admira-se com diferentes perucas, vestidos e maquiagem = TRAVESTI

8 - Penteado
· Não se penteia = MACHÃO
· Penteia-se depois do banho = HOMEM
· Penteia-se várias vezes ao dia = FRESCO
· Penteia-se várias vezes ao dia e pinta cabelo = BICHA
· Penteia os outros e dá conselhos de penteados = BICHA LOUCA

9 - Limpeza da casa
· Varre quando ouve a sujeira estalar sob a sola dos sapatos = ANIMAL
· Varre quando o pó cobre o chão = MACHO
· Limpa com água e detergente = FRESCO
· Limpa com água, detergente e aromatizante = MARIPOSA
· Usa aspirador de pó = BORBOLETA

10 - Esportes preferidos
· Futebol, luta livre, automobilismo = MACHO DE CARTEIRINHA
· Tênis, boliche, voleibol = TENDÊNCIAS GAYS OCULTAS
· Aeróbica, spinning = LOUCA
· Os mesmos, mas usando short de lycra = EXTRA BOIOLA

11 - Comidas preferidas
· Capivara, javali, animais assados, comida apimentada e gordurosa = TARZAN
· Peixe e salada para não engordar = SENSÍVEL
· Sanduíches integrais, consomées = FRESCO
· Aves acompanhadas de vegetais cozidos no vapor = BICHA MUITO LOUCA

12 - Cerveja
· Gelada e em grandes quantidades = MACHO DEMAIS
· Só uma para matar a sede no calor = BICHICE SOB CONTROLE
· Com limão e sal = SUPER BICHA
· Sem álcool = PRATICAMENTE UMA LIBÉLULA

terça-feira, 13 de março de 2007

Camisola!*


- Então, gostou do presente?

- Aquela camisola? Gostei.
- Mas eu não te mandei nenhuma camisola.
- Mas eu recebi uma camisola.
- Eu te mandei um vestido.
- Um vestido?
- Cláudia, não me engane. Quem te deu essa camisola?
-Ora, quem poderia ter dado?
- Meu Deus, você tem um amante. Ele te deu essa camisola.
- Não, não, eu não tenho nenhum amante.
- E quem mais te daria esse presente?
- Um homem que por acaso se chama Roberto.
- Roberto? Pois bem, o safado tem o meu nome.
- Não! Estou falando de você.
- Ora, não se faça de cínica!
- Olha, vou pegar o cartão pra desfazermos esse engano ... Eu não acredito!
- Nem eu. E pensar que foram dois anos de um relacionamento tão maduro.
- Não é isso! É você que tem uma amante.
- Como?
- Olha esse cartão: "Pra minha querida Isabel"
- Que cartão?
- Na certa, você se confundiu e, em vez de mandar a camisola pra aquela ordinária, mandou pra mim.
- Mas essa letra não é minha.
- Não é?
- Claro que não. Essa letra deve ser do seu amante que é um idiota e esqueceu seu nome.
- Pois saiba que se eu tivesse um amante ele não seria um idiota. Idiota é sua amante que escolhe uma camisola rosa, azul e verde.
- Se eu tivesse uma amante ela teria escolhido uma jóia.
- E pra mim você dá um vestido, canalha!
- Eu disse que ela escolheria, mas não que eu daria. Uma jóia é muito cara.
- Sei. Você compraria algo mais barato. Talvez uma camisola, seu safado.
- Espera um minuto, deixa eu ver essa caixa.
- Quer ver se foi embalada direitinho?
- Agora, entendi. Você não tem nenhum amante.
- Claro, você que tem.
- Nem eu. O presente foi mandado pro 405.
- Tem razão. Esses entregadores de hoje são uns incompetentes.
- Mas onde está o seu presente?
* * *
- Então, gostou do presente?
- Aquele vestido? Gostei.

*post que peguei emprestado no blog você por aqui, de novo?

Take there and give here





Bush pega Lula pelo braço. Arrasta-o para um canto.

- Lula, eu morrer de inveja de você.

- Como assim?

- You não ter problemas no Congress. Por isso ter esse aparência sempre bem disposta.

- Nem tanto, nem tanto, companheiro Bush...

- Eu não saber mais o que fazer. Desde que as democratas viraram maioria in the Congress, o Nancy Pelosi não larga do meu pé. Do you know Nancy Pelosi?

- Sim, claro. Aqui nós chamamos de Renan Calheiros. Só que não usa saias.

- Não ter comparação. Nancy é um ressentida.

- Você não conhece o Renan Calheiros!

- Diga, Lula. O que eu deve fazer para amansar o Congress?

- Sei lá. Cada país tem a sua realidade.

- Please, Lula, não esconde a jogo. Pedi ao CIA para investigar os razões do seu sucesso.
- Não diga!

- Eu veio ao Brasil para conhecer o seu fórmula.

- Sei, sei, a fórmula do etanol.

- No, no. O fórmula do take there and give here.

- Como é?!?!?

- Take there and give here.

Lula faz sinal para o tradutor, que se achega.

- Que porra é essa que o Bush está dizendo?

Bush, algo impaciente, repete:

- Take there and give here.

O tradutor, virando-se para Lula, desfaz o ministério:

- Ele disse 'toma-lá-dá-cá', presidente.

- Ah, então é isso?!?!?

- Yes, thats it. Como funciona o coisa?

- É muito simples, companheiro Bush. Você chama a Nancy Pelosi à Casa Branca e... Lula fala por ininterruptos 15 minutos. Bush, olhos injetados, ouve com atenção.

- Muito interessante. Eu ter vontade de fazer, but o tradição dos Estados Unidos talvez não permite.
- Posso dizer uma coisa, companheiro Bush.

- What?

- Sem ofensa. Isso é uma tremenda frescura.

- But, but...

- Frescura.

- O que eu vai dizer ao imprensa. No primeira entrevista coletiva as repórteres vão me imprensar.

- Entrevista coletiva?!?!?! O que é isso, companheiro?

- Você não dar entrevistas coletivas?

- Claro que não!

- Oh fuck! You brazilian have um civilização mais evoluído do que nós imaginar. Nós ter muito a aprender.